Tem-se liberdade plena para ir buscar gente nova fora da administração pública sem se ter a necessidade de reutilizar as pessoas que existem actualmente nos serviços administrativos, que seria suposto reduzir drasticamente.
Em Portugal não se sabe manter e muito menos reduzir os recursos públicos. Apenas se sabe somar e consumir mais recursos, uma vez que não se tem competências de gestão para aproveitar os recursos que existem.
Quem chega à administração pública, e particularmente ao sector público empresarial, cheio de preconceitos sobre a má qualidade dos funcionários públicos, apenas sabe descartar e marginalizar os recursos humanos existentes, preferindo o caminho mais fácil da admissão de "carne fresca" e aquisição de serviços a consultoras e vendedores de sonhos.
O Governo estimula estas práticas ao transformar Direcções Gerais em Entidades Públicas Empresariais e ao desorçamentar e esconder esta gestão criminosa.
Assim vai o país e assim caminha de vento em popa a nossa Despesa Pública!
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